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Como chegamos a 1,28% de inadimplência: o método da Sindicompany em prática.

A taxa média de inadimplência em condomínios no Brasil fica acima de 5%. Nos condomínios que a Sindicompany administra, esse número é 1,28%. Não é sorte. É método.

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Fotografia editorial: Como chegamos a 1,28% de inadimplência: o método da Sindicompany

Inadimplência alta é o sintoma mais visível de uma gestão financeira fraca. E tem consequência direta no dia a dia do condomínio: falta de caixa para manutenções, dificuldade para pagar fornecedores, tensão entre moradores e, em casos extremos, comprometimento da segurança e da infraestrutura do prédio.

Quando um condomínio chega à Sindicompany com inadimplência elevada, a primeira pergunta que fazemos não é "como cobrar mais rápido". A pergunta é: por que os moradores não estão pagando? A resposta quase sempre revela problemas de comunicação, de transparência na prestação de contas ou de relacionamento entre a gestão e os condôminos.

1,28%

Taxa média de inadimplência

Nos condomínios administrados pela Sindicompany em São Paulo e Rio de Janeiro. A média nacional supera 5%.

Por que a inadimplência sobe

Em nossa experiência com mais de 100 condomínios administrados, identificamos alguns padrões recorrentes em gestões com inadimplência elevada:

O que fazemos de diferente

Nossa abordagem é preventiva antes de ser corretiva. O objetivo é criar condições para que o morador queira pagar, não apenas criar pressão para que ele seja obrigado a pagar.

1

Prestação de contas mensal, clara e acessível

Todo morador tem acesso às demonstrações financeiras do condomínio de forma regular, com linguagem acessível. Transparência reduz resistência ao pagamento.

2

Comunicação preventiva antes do vencimento

Lembretes antecipados, canais de contato acessíveis e facilidade para tirar dúvidas sobre o boleto. O morador que sabe o que está pagando e tem canais de contato funcionando tende a pagar no prazo.

3

Fluxo de cobrança estruturado

Existe um protocolo claro para cada etapa do processo: vencimento, atraso de 5 dias, 15 dias, 30 dias. Cada etapa tem ação definida. Nada fica no improviso.

4

Acompanhamento jurídico quando necessário

Casos que evoluem para cobranças extrajudiciais ou judiciais têm suporte do nosso departamento jurídico. O condômino inadimplente sabe que a gestão tem estrutura para ir até o fim.

5

Gestão de relacionamento com o condômino

A Sindicompany não trata inadimplência como caso de polícia. Tratamos como situação que precisa de encaminhamento. Na maioria dos casos, a conversa resolve antes da ação legal.

O impacto financeiro real

Vamos fazer uma conta simples. Um condomínio com 100 unidades e taxa mensal de R$ 800 tem uma receita mensal esperada de R$ 80.000. Com 5% de inadimplência, o condomínio deixa de arrecadar R$ 4.000 por mês, ou R$ 48.000 por ano. Com 1,28% de inadimplência, esse número cai para R$ 1.024 por mês, ou R$ 12.288 por ano.

A diferença entre 5% e 1,28% representa mais de R$ 35.000 por ano voltando para o caixa do condomínio. Esse dinheiro financia manutenções, reduz a necessidade de rateios extras e melhora a saúde financeira do condomínio como um todo.

Inadimplência baixa não é só um número bonito. É fundo de reserva que existe, obras que são feitas no prazo e assembleia que não vira guerra por causa do caixa.

Isso vale para o meu condomínio?

Se o seu condomínio tem inadimplência acima de 3%, vale olhar com atenção para o processo atual de gestão financeira. As perguntas certas são:

Se a resposta a qualquer uma dessas perguntas for negativa, há espaço real para melhorar.

Quer saber como fica a inadimplência do seu condomínio com uma gestão profissional?

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Juliana Moreira, Fundadora da Sindicompany

Juliana Moreira

Fundadora da Sindicompany, professora de Gestão Condominial pela IBMEC, perita judicial pelo CRA SP e uma das principais referências do mercado condominial no Brasil.

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